sábado, 18 de fevereiro de 2017

Branden Albert deve ser trocado e Cameron Wake ganha uma extensão contratual

Albert esteve para ser cortada, mas deve terminar rendendo algo...
enquanto que Wake ficará até 2018.
Finda a temporada da NFL, com um gosto bem amargo, é tempo da longa off-season. Os times estão no período onde realizam cortes, re-assinam com jogadores e agendam trades. Até aqui alguns cortes esperados e nenhuma trade fechada, mas temos duas movimentações bem interessantes: uma provável troca de Branden Albert ( Left Tackle ) e a renovação de Cameron Wake ( Defensive End ).

Branden Albert dono de um mega contrato tem direito a receber US$ 10,6 milhões, coisa da gestão(??) de Dennis Hickey, que não deixou saudades em Miami. Albert tem atuado bem, entregando em campo quase tudo o que dele se esperava, mas está ficando velho e como Laremy Tunsil mostrou-se promissor, não faz sentido empatar tanto dinheiro assim, Ele comunicou que desejava sair e a Direção esteve próxima de cortá-lo. Ai apareceu o Jaguars propondo uma Trade. O amigo pode perguntar: porque o Jaguars gastaria escolhas por alguém que poderia conseguir "de graça"? Simples: quase ninguém quer ir para lá e muitos acham que ele não consegue um contrato como o que tem me Miami. Sendo assim, os dois lados sairiam ganhando. Existem a chance de que um CB seja incluído no negócio. Nada mal, até porque com a Trade o time conseguirá economizar algo em torno de US$ 7 milhões.

Cameron Wake assinou uma extensão contratual no valor de US$ 18 milhões, com 11 destes garantidos, por 2 anos. Assim ele fica com o time até 2018. Uma justa recompensa para ele que é um dos melhores defensores da NFL e teve um ano ótimo, mesmo com 35 anos. Lembrando que um ano atrás tinha quem falasse que o time deveria tê-lo cortado. Todos estão, creio eu, arrependidos.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Jason Taylor é eleito para o Hall da Fama segundo site da NBC

Taylor recebe um justo prêmio para um dos maiores defensores da história
Jason Taylor é o meu atleta preferido do Miami, fora Dan Marino. Ele personificou o que é ser um franchise player, e mesmo tendo atuado pelos Jets é uma lenda em Dave. Segundo o site da NBC, ele foi eleito para o Hall da Fama que fica no estado de Ohio, em Canton. Ele consegue assim um feito raro: entrar no primeiro ano de elegibilidade. Os jogadores só podem se candidatar a uma vaga após 5 anos aposentados.

Jason Taylor foi escolhido no terceiro terceiro round em 1996 e atuou por 15 temporadas e ainda é um dos 10 maiores sackadores da NFL, ocupando a sétima posição. Além do Miami Dolphins, atuou um temporada pelos Redskins ( 2008 ) e nos Jets ( 2010 ). A imagem que ilustra este post é da última partida dele, no então Sun Life Stadiun e contra os Jets, o nosso maior rival. Momento mais do que apropriado para um gran finale...

Parabéns Jason Taylor, o mais novo membro do Hall da Fama.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Jarvis Landry e Jay Ajayi nomeados para o Pro Bowl

A dupla, os melhores de nossa ataque, está no Pro-Bowl
O trabalho tem me consumido bastante tempo e por isso não tenho tido como fazer textos sobre o futuro do time, agora que a temporada acabou. Reitero que não temos do que reclamar de 2016 porque o ano ficou muito acima das expectativas. Agora é a hora de pensarmos em como fazer para manter-se neste nível.

Teremos que lidar com um Draft sem escolhas de 3º e 4º round, reforçar o corpo de LBs e a Secundária, manter jogadores que são Free Agents e talvez arrumarmos um outro Coordenador Defensivo, porque Vance Joseph pode virar Head Coach dos Broncos.

Mas antes temos uma boa notícia: Jarvis Landry e Jay Ajayi conseguiram vagas no Pro-Bowl, devido a nossa eliminação e a classificação de times que tem jogadores no jogo festivo, que acontece uma semana antes do Super Bowl.

Os dois fizeram por merecer a vaga direta, mas mesmo participando como substitutos eles mereceram a vaga. Agora é aproveitar a festa. Quem sabe no ano que vem não façam uma festa maior ainda, com todos os colegas de elenco... não custa nada sonhar.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Wildcard: Dolphins 12x30 Steelers - Perdemos, mas saímos no lucro nesta temporada

Ajayi foi parado e quem passeou foi Bell...
Em outras circunstâncias eu estaria fulo depois da partida de hoje, mas quando sabemos dos buracos que nosso time possui e sabedores de que falta um degrau para sermos competitivos em altíssimo nível o sentimento é de esperança. O placar de 30x12 para os Steelers é enganoso, porque tivemos ( uma na Red Zone ) no campo dos Steelers que não terminaram em pontos e poderíamos até ter causado algum trabalho na partida. Mas, não temos time para isso. Ainda.

E é esse o sentimento que temos que ter: a esperança de dias melhores. Vimos que nosso ataque pode melhorar ano que vem, graças a continuidade no setor. Ainda, e não irei largar de dizer isso, nos faltará um QB Top, mas podemos sonhar com um jogo corrido melhor, sobretudo conseguindo um complemento a Jay Ajayi. Arrumar um Center talvez seja necessário, porque Mike Pouncey tem se machucado mais do que o ideal. No mais, é isso ai que estevem em campo hoje.

Na defesa... bom, no começo do ano eu disse: temos um dos piores corpos de LBs da Liga. E repito que seguimos na mesma, só com a adição de Kiko Alonso, que hoje jogou no extremo sacrifício. No draft ( onde não temos escolha de 3º e 4º rounds ), teremos que buscar - ao menos - 2 LBs. A secundária também é um problema, pois mesmo com um Interceptação Xavien Howard não é CB para a NFL. No máximo ele serve para ser reserva e olhe lá. Byron Maxwell serve como CB#2, mas como principal não mete medo em ninguém. Nossos Safeties também estão deixando a desejar, onde só temos Reshad Jones, que assim como Pouncey, tem ficado mais fora do que dentro de campo. 

No futuro, a depender da temporada 2017, poderemos olhar para esta partida de hoje e pensarmos: foi ali que um time vencedor foi forjado, com sua primeira partida de post-season. Foi ali que Landry, Ajayi, Parker e cia conheceram o que é jogar em Janeiro. Poderemos também lembrar de que Landry conseguiu - sem ninguém se dar conta disso - passou das 100 jardas em 11 recepções. Que Cameron Wake finalmente jogou uma partida de post-season,

O time tem suas virtudes, mas hoje foram nossos defeitos que, ficaram bem evidentes, nos levaram a derrota. Tapar esses buracos e dar profundidade ao jovem elenco é a tarefa para a Free Agency/Draft. Porque a esperança é grande de que voltemos no ano que vem. De que possamos voltar a brigar de igual para igual com os outros times. De que, finalmente, tenhamos voltado a NFL.

E neste sentido, essa partida de hoje foi importante. O placar não foi importante. Mais importante foi quebrar uma barreira e adquirir experiência.

Wildcard: Dolphins at Steelers - Podemos vencer as batalhas nas Linhas?

A nossa DL precisa fazer isso várias vezes hoje

Todos os analistas dizem a mesma coisa: é nas trincheiras que se decidem as partidas. Quem ganhar o embate das linhas costuma sair vencedor. Acreditem não é apenas um mantra básico é uma realidade. Com supremacia nas linhas o time consegue ficar em campo e deixar o ataque rival fora. Assim a defesa do rival cansa mais rápido e os pontos aparecem no placar. Se você perder, acontece o contrário e a derrota fica iminente e só com um Quarterback fora do normal é que tudo pode ser revertido.

A nossa OL está entre as melhores da Liga, mas a do rival é melhor. Nssa DL é uma das melhores da Liga e a do Steelers está abaixo da nossa. Se isso prevalecer, iremos depender do quão dominante nossa DL conseguir ser contra a OL rival. E uma boa notícia é que nossa OL é melhor do que a DL rival, o que pode facilitar a vida de Jay Ajayi.

Por falar em Jay Ajayi, ele é a chave para vitória. Uma grande atuação dele é crucial para nós. E por grande atuação falo em passar das 100 jardas, porque não é todo dia que ele vai conseguir 200 jardas contra os Steelers. Mas é preciso usar o jogo de passe no começo da partida, porque se não fizermos isso a defesa de Pittsburgh conseguirá fechar os espaços e limitar os danos de nosso RB. Eu até acho que no começo, para testar o braço mesmo, um passe longo na direção de Stills seria o ideal. Se rolar, a defesa terá que se afastar da linha de scrimmage e Ajayi ganharia espaços para correr e ganhar mais jardas.

Por isso, olho no gameplan que Adam Gase montou para a partida. Se for usar apenas corridas e Ajay não estiver em um dia de Ricky Williams, tudo pode acabar antes de começar. Lembrando que até agora quem jogou em casa venceu. E de forma fácil, diga-se. Esperamos muito para voltar a post-season e agora que voltamos queremos sonhar com algo mais. Mas se for para perder ( uma real possibilidade ) que caiamos lutando e forçando os Steelers a suar para vencer. 

E isso começa nas Linhas. E temos como vencer estas batalhas. Se o fizermos, veremos muitas vezes cenas como a que ilustram este post...

sábado, 7 de janeiro de 2017

Wildcard: Dolphins at Steelers - Run Ajayi, Run!!!

Ah se essa cena se repetisse...
Amanhã no pote de mostarda ( vulgo Heinz Field ) iremos voltar a jogar na post-season após 8 dolorosos anos. Curiosamente as duas últimas partidas que jogamos em Janeiro foram contra time da AFC Norte, a mesma dos Steelers: o Baltimore Ravens. Só que em 2001 e em 2008 a partida foi em Miami e agora é fora de casa. E em partidas de Wild Card vencemos as 3 últimas que fizemos longe do Sul da Flórida. Isso serve de alento? Não sei se valerá algo, mas são as estatísticas.

Em campo, sendo bem realista, as chances passam pela atuação de Jay Ajayi e da Linha Ofensiva. Se o ataque ficar em campo, marcando pontos nem que seja via Field Goal e cansando a defesa dos Steelers teremos uma chance. Se a partida, por outro lado, virar um Tiroteio, podemos pensar em draft, porque não temos ataque para competir em um placar acima dos 30 pontos. É duro, mas é verdade. Se Ajayi conseguir passar das 100 jardas enquanto a partida estiver equilibrada poderemos sim vencer. Porque neste caso, a defesa dos Steelers terá que marcar perto da linha de scrimmage e abrindo espaços no fundo do campo e ai Matt Moore poderá soltar o "fogo na bomba" para Stills e cia.

Do lado defensivo vale a receita acima: a melhor saída é ela ficar fora de campo. Sem nosso melhores DBs em campo, como parar Brown, Bell e Big Ben ( o trio BBB do adversário )?? Só deixando eles fora, Não fosse pouco, ainda não teremos nossos LBs starters, fora Alonso, e ai o cenário é muito longe do ideal. Vencendo ou perdendo precisaremos reforçar o setor com pelo menos 2 jovens talentos. Pelo menos. Podemos ainda esperar que Suh e Wake possam derrubar Big Ben e tirá-lo da zona de conforto. Quem sabe né?

No mais é desfrutar a partida. Sei que para muitos que seguem os Dolphins essa será a primeira partida de post-season, para a imensa maioria a primeira com transmissão em português. É que em 2008 a ESPN não tinha os direitos da partida do sábado da AFC e assim ficamos apenas nas mãos da Internet. Agora não, vamos ver ao vivo e Full HD. E mesmo que venhamos a perder ( mesmo que por um blowout ) ninguém vai reclamar. Temos um time em cima do qual podemos melhorar e termos a confiança de voltar aos playoffs em 2017. 

E isso meus amigos, não tem preço. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Feliz 2017...

Se a lista era somente essa, está mais do que realizada...
Amigos eu garanto: não morri, nem fui sequestrado e nem abandonei o Blog. É que agora sou ?Secretário na minha amada Salgueiro ( Pernambuco ) e, claro, o tempo que já não era grande, ficou bem menor. Ainda escrevo preview das partidas para um site ( essa semana faço o nosso embate contra os Steelers em Pittsburgh ) e bom, aqui vai do jeito que der.

Nem vi direito a partida contra os Pats, mas pelo o que pude apurar parte daquele Miami sonolento deu as caras no Hard Rock Stadium. O que, acreditem, tem seu lado positivo: o time perdeu quando podia e mesmo que o placar tenha sido elástico, com um pouco mais de qualidade ( e vontade ) poderia ter sido bem mais apertado. Agora é passado e é hora de pensar em... eita, como é bom dizer que ainda vamos jogar depois de 16 partidas. 

Podemos vencer os Steelers? Sim, claro. Em tese, tirando Pats, Packers e Cowboys, todos os outros times contra os quais podemos enfrentar são vencíveis. Mas o que importará domingo contra o time do pote de mostarda é com que atitude iremos entrar em campo. Se iremos dar a vida em campo ou apenas adquirir mais um vexame em post-season. Lembrando que só jogamos 4 partidas na post-season nas últimas 17 temporadas e só vencemos uma única vez, em 2000. De lá para cá 3 derrotas e marcamos menos de 20 pontos somados nestas partidas. 

Uma atuação decente é o mínimo que eu quero. Vencer, claro, seria épico. Mas perder com dignidade também pode ser bom. Aguardemos e vejam só, não estou criticando ninguém em um post de Janeiro. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Week 17: Dolphins x Pats - Derrubando os Pats como no ano passado?

Pressão em Tom Brady é o caminho...
Ano passado vencemos uma partida que ninguém esperava no encerramento da temporada, desastrosa, de 2016. O Patriots, com receio de contundir jogador importantes, não atuou com toda a intensidade e perdeu no - ainda - Sun Life Stadium. E devem se arrepender muito disso, porque ficaram em segundo na classificação da AFC e tiveram que viajar até o Colorado para encarar Peyton Manning e os Broncos. Fosse em casa, talvez o Pats tivesse um quinto Lombardi em sua galeria. Ainda bem que fizemos isso em favor da NFL.

Agora a situação é quase a mesma para eles, com diferença de que a partida vale também para nós. Estamos classificados para a post-season e na posição ( Seed ) 6 dentro da AFC. Com uma vitória diante dos Pats podemos conseguir mais do que apenas atrapalhar o rival: se os Chiefs perderem seu jogo, nós subimos para a posição 5 e ao invés de encararmos os Steelers, iríamos pegar o Texans, o que me parece mais acessível. E se, mesmo com a derrota, o Pats ficar na posição 1, fugiríamos de ter que medir forças com eles no Divisional Playoffs.

Em todo caso, vencer é importante para ganhar respeito. E, claro, sempre é melhor vencer 11 do que 10. Ainda contra o time mais mau caráter da NFL...

sábado, 31 de dezembro de 2016

Uma temporada, dois times...

Na semana 5 fomos surrados pelos Titans, ficando 1-4...
e devolver o placar em cima dos Steelers na partida seguinte e arrancar para 9 vitórias em 10 partidas
Normalmente quando um time fica com 3 derrotas a mais do que vitórias antes do meio da temporada, o ano já foi para o saco. O Miami fez isso com apenas 5 partidas, quando fomos amassados pelos Titans dentro do Hard Rock Stadium 30x17. Nada funcionava: jogo aéreo, terrestre, defesa, special teams ( Terrence Fede fez a falta mais idiota que eu já vi contra os Bengals ). Chamadas péssimas, alinhamentos desastrosos nos dois lados do campo, faltas e mais faltas tolas... enfim, parecia que lutaríamos com os Browns para ver que seria o pior time da temporada. Curiosamente a única vitória até ali era justamente contra os Browns, com direito ao Kicker rival ter errado absurdos 3 Field Goals!!! Nada apontar para uma recuperação...

Mas foi justamente o que aconteceu na semana seguinte, quando tudo deu certo contra os Steelers, batido por 30x15. Nesta partida Jay Ajayi correu para mais de 200 jardas ( feito que repetiria duas vezes contra os Bills, uma delas na semana seguinte ), a defesa massacrou Big Ben e vencemos uma partida que, naquele momento achávamos - acertadamente - que não serviria para nada. Mas eis que vencemos os Bills, os Jets, os Chargers... e emplacamos seis vitórias seguidas ao derrubar o Niners - na bacias das almas. Neste momento a post-season era uma realidade mais do que possível.

Um choque de realidade diante dos Ravens, mas depois voltamos às vitórias. A atual sequência está em três ( Cardinals, Jets e Bills ). Amanhã é dia de receber os Pats, com eles buscando a vantagem nos playoffs e nós em busca de sermos o Seed 5. Para isso precisamos vencer o rival e contar com uma derrota dos Chiefs. Porque isso é importante? Porque sendo 6, iremos viajar para encarar os Steelers ( já definido como Seed 3 ) e depois teríamos que ir a Foxborough jogar contra os Pats. Sendo o número 5 da AFC, o caminho nos leva para Houston, time com vários desfalques e sem QB confiável. E na sequência uma visita a Oakland pegar os Raiders sem Derek Carr. Parece-me mais fácil ( ou menos difícil ) o caminho.

Ai o amigo pode perguntar: sonhando com AFC Championship Flávio? Ora, porque não. Quem não pode sonhar é os Jets, os Bills e cia... nós podemos. E quem tem coragem de duvidar deste time depois de tudo o que foi feito até aqui? De termos vencido partidas que sempre perdíamos em anos recentes?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Como é bom estar classificado antes da Semana 17

E a multidão vai a loucura...
Se me contassem um ano atrás, que neste dia 30 de Dezembro eu estaria escrevendo às vésperas da Semana 17 com o time já classificado para a post-season, com certeza eu chamaria a pessoa de louca. Ninguém previu isso. Me desculpem, mas quem disser que acreditava piamente neste enredo um ano atrás está mentindo. 

A equipe do 6-10 ( pior campanha desde o 1-15 de 2007, empatada com a de 2011 ) era um amontoado de jogadores, que venceram partidas que nem precisávamos mais e nos deixariam subir no Draft. Faltava de quase tudo, mas basicamente as estrelas deste ano já estavam no time um ano atrás. O que não tinha naquele time era - além de comando - química. Porque como explicar o ano de um Tony Lippett? Ou o de Jay Ajayi, que praticamente nem jogou ano passado? E o que dizer do ressurgimento de Dion Sims? Alguém ai acredita que Matt Moore lançasse 4 TDs se Joe Philbin fosse o Técnico? Não, ele não conseguiria jamais fazer isso...

Agora vemos muitos times buscando treinadores e pensando no draft e nós olhando para o post-season. Pode ser que paremos nos Steelers ( existe uma chance de uma ida ao Texans caso o Chiefs percam e nós vençamos os Pats ) e que se passarmos paremos no nosso rival New England. Mas quem, em sã consciência, é louco de reclamar se só jogarmos uma única partida na post-season depois de 8 anos?

E 2016 até agora tem mostrado, bem verdade que só depois da Semana 6, que não é bom apostar contra os Dolphins. E isso, amigos, não tem preço.