segunda-feira, 13 de março de 2017

Uma Free Agency perfeita ou muito dinheiro desperdiçado?

Contratar um LB do Steelers não me traz grandes lembranças...
Existe uma máxima nos esportes dos EUA: times vencedores são formados pelo draft. Raramente times que invertam essa lógica conseguem sucesso. E o Miami sob o comando de Adam Gase tem feito justamente isso: investir forte na free agency e fazer um draft morno. Fomos a post-season depois de 7 anos é verdade, mas quem do Draft ajudou nisso? Ninguém, forçando a barra Laremy Tunsil. Olhando para os 3 últimos drafts, temos uma dupla de WRs como os únicos grandes candidatos a estrelas de Liga ( para mim Landry já o é ).

Pode dar certo outra vez? Claro que pode, mas eu sinceramente sempre fico com os dois pés atrás com o time, ainda mais com um calendário bem mais duro do que 2016. Além disso, ainda temos um QB que não rende em alto nível e o ataque pode ficar outra vez dependendo de Jay Ajayi, o que não é o melhor caminho. 

Mas vejamos o que temos até aqui:
  • Reshad Jones, SS - Contrato estendido para 5 anos por 60 milhões, 35 garantidos. Achei alto, mas ele é um pro-bowler e estes atletas custam caro mesmo. Garante terminar a carreira por aqui, a menos que caia demais de rendimento;
  • Kenny Stills, WR - Contrato renovado para 4 anos por 32 milhões, 19,95 garantidos. Até que saiu bem, mas... se pagamos isso pelo terceiro WR do elenco, quanto vai custar renovar com Jarvis Landry? Stills é um bom WR, mas iguais a ele existem no Draft. Forçada de barra a meu ver, mas que ao menos mostra que a ideia é manter uma estrutura no ataque;
  • Andre Branch, DE - Contrato renovado por 24 milhões, com assustadores 16,8 milhões garantidos. O pior negócio desde muito tempo. Primeiro é um jogador comum ( Hayes é bem melhor, por exemplo ) e segundo que no draft conseguiríamos alguém melhor. Mas o Miami resolveu torrar essa grana em alguém comum. Erro grosseiro;
  • Julius Thomas, TE - Trocado com os Jaguar por uma escolha de sétima rodada. Não existe como não gostar desta escolha. Alguém de qualidade, vem para ser Starter da posição e ser o alvo de confiança. Vai faltar QB para lançar, mas ele é de confiança de Adam Gase. Para mim, ótima aquisição;
  • William Hayes, DE - Trocado com o Rams por uma sexta rodada, mas recebendo uma de sétimo. Ninguém entendeu essa, porque o Rams arrebentou os cofres na quinta para contratar um DE e nos "doar" outro na sexta. Melhor para nós que por quase nada conseguimos um jogador mais do que decente para a posição;
  • Nate Allen, FS - Assinou contrato de 1 ano por 3,4 milhões. Era uma necessidade do time e por mais que existam dúvidas quanto a ele, não posso negar que foi um bom negócio. Carência do time, apenas um ano, valor decente. O que pode dar errado? Ele não render? Já jogamos uma temporada inteira sem Free Safety mesmo...
  • Anthony Fasano, TE - Assinou por 1 temporada por 3 milhões ( mais incentivos ). A volta de um dos meus jogadores favoritos. Ficou 5 anos fora e agora volta. Será reserva, mas é um ótimo bloqueador, além de segurar passes. O que já é mais do que todos os TEs que passaram pelo Miami durante sua ausência;
  • Lawrence Timmons, LB - Assinou por 2 anos por 12 milhões, 11 deles garantidos. Era uma necessidade e ele é um jogador. Vai, caso queira, ajudar muito a defesa. Como assim caso queira? Porque o último LB que contratamos dos Steelers foi Joey Porter que era de uma preguiça infernal. Daquelas de matar de raiva. Tinha dias em que ele detonava, mas também quando não queria jogar... será assim com Timmons? Eu não sei, mas ele tem qualidades para formar um bom corpo de LBs;
  • Ted Larsen, OG - Assinou para 3 temporadas por 5,65 milhões ( 1,5 garantidos ). Jogador versátil que chega para atuar no meio da OL em qualquer uma das posições. Experiente, será útil para o time,
Alguns negócios forçados, outras grandes sacadas. De um modo geral, eu gostei. Mas a questão é: o Salary Cap se sustenta pelas próximas temporadas?

sexta-feira, 3 de março de 2017

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Branden Albert deve ser trocado e Cameron Wake ganha uma extensão contratual

Albert esteve para ser cortada, mas deve terminar rendendo algo...
enquanto que Wake ficará até 2018.
Finda a temporada da NFL, com um gosto bem amargo, é tempo da longa off-season. Os times estão no período onde realizam cortes, re-assinam com jogadores e agendam trades. Até aqui alguns cortes esperados e nenhuma trade fechada, mas temos duas movimentações bem interessantes: uma provável troca de Branden Albert ( Left Tackle ) e a renovação de Cameron Wake ( Defensive End ).

Branden Albert dono de um mega contrato tem direito a receber US$ 10,6 milhões, coisa da gestão(??) de Dennis Hickey, que não deixou saudades em Miami. Albert tem atuado bem, entregando em campo quase tudo o que dele se esperava, mas está ficando velho e como Laremy Tunsil mostrou-se promissor, não faz sentido empatar tanto dinheiro assim, Ele comunicou que desejava sair e a Direção esteve próxima de cortá-lo. Ai apareceu o Jaguars propondo uma Trade. O amigo pode perguntar: porque o Jaguars gastaria escolhas por alguém que poderia conseguir "de graça"? Simples: quase ninguém quer ir para lá e muitos acham que ele não consegue um contrato como o que tem me Miami. Sendo assim, os dois lados sairiam ganhando. Existem a chance de que um CB seja incluído no negócio. Nada mal, até porque com a Trade o time conseguirá economizar algo em torno de US$ 7 milhões.

Cameron Wake assinou uma extensão contratual no valor de US$ 18 milhões, com 11 destes garantidos, por 2 anos. Assim ele fica com o time até 2018. Uma justa recompensa para ele que é um dos melhores defensores da NFL e teve um ano ótimo, mesmo com 35 anos. Lembrando que um ano atrás tinha quem falasse que o time deveria tê-lo cortado. Todos estão, creio eu, arrependidos.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Jason Taylor é eleito para o Hall da Fama segundo site da NBC

Taylor recebe um justo prêmio para um dos maiores defensores da história
Jason Taylor é o meu atleta preferido do Miami, fora Dan Marino. Ele personificou o que é ser um franchise player, e mesmo tendo atuado pelos Jets é uma lenda em Dave. Segundo o site da NBC, ele foi eleito para o Hall da Fama que fica no estado de Ohio, em Canton. Ele consegue assim um feito raro: entrar no primeiro ano de elegibilidade. Os jogadores só podem se candidatar a uma vaga após 5 anos aposentados.

Jason Taylor foi escolhido no terceiro terceiro round em 1996 e atuou por 15 temporadas e ainda é um dos 10 maiores sackadores da NFL, ocupando a sétima posição. Além do Miami Dolphins, atuou um temporada pelos Redskins ( 2008 ) e nos Jets ( 2010 ). A imagem que ilustra este post é da última partida dele, no então Sun Life Stadiun e contra os Jets, o nosso maior rival. Momento mais do que apropriado para um gran finale...

Parabéns Jason Taylor, o mais novo membro do Hall da Fama.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Jarvis Landry e Jay Ajayi nomeados para o Pro Bowl

A dupla, os melhores de nossa ataque, está no Pro-Bowl
O trabalho tem me consumido bastante tempo e por isso não tenho tido como fazer textos sobre o futuro do time, agora que a temporada acabou. Reitero que não temos do que reclamar de 2016 porque o ano ficou muito acima das expectativas. Agora é a hora de pensarmos em como fazer para manter-se neste nível.

Teremos que lidar com um Draft sem escolhas de 3º e 4º round, reforçar o corpo de LBs e a Secundária, manter jogadores que são Free Agents e talvez arrumarmos um outro Coordenador Defensivo, porque Vance Joseph pode virar Head Coach dos Broncos.

Mas antes temos uma boa notícia: Jarvis Landry e Jay Ajayi conseguiram vagas no Pro-Bowl, devido a nossa eliminação e a classificação de times que tem jogadores no jogo festivo, que acontece uma semana antes do Super Bowl.

Os dois fizeram por merecer a vaga direta, mas mesmo participando como substitutos eles mereceram a vaga. Agora é aproveitar a festa. Quem sabe no ano que vem não façam uma festa maior ainda, com todos os colegas de elenco... não custa nada sonhar.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Wildcard: Dolphins 12x30 Steelers - Perdemos, mas saímos no lucro nesta temporada

Ajayi foi parado e quem passeou foi Bell...
Em outras circunstâncias eu estaria fulo depois da partida de hoje, mas quando sabemos dos buracos que nosso time possui e sabedores de que falta um degrau para sermos competitivos em altíssimo nível o sentimento é de esperança. O placar de 30x12 para os Steelers é enganoso, porque tivemos ( uma na Red Zone ) no campo dos Steelers que não terminaram em pontos e poderíamos até ter causado algum trabalho na partida. Mas, não temos time para isso. Ainda.

E é esse o sentimento que temos que ter: a esperança de dias melhores. Vimos que nosso ataque pode melhorar ano que vem, graças a continuidade no setor. Ainda, e não irei largar de dizer isso, nos faltará um QB Top, mas podemos sonhar com um jogo corrido melhor, sobretudo conseguindo um complemento a Jay Ajayi. Arrumar um Center talvez seja necessário, porque Mike Pouncey tem se machucado mais do que o ideal. No mais, é isso ai que estevem em campo hoje.

Na defesa... bom, no começo do ano eu disse: temos um dos piores corpos de LBs da Liga. E repito que seguimos na mesma, só com a adição de Kiko Alonso, que hoje jogou no extremo sacrifício. No draft ( onde não temos escolha de 3º e 4º rounds ), teremos que buscar - ao menos - 2 LBs. A secundária também é um problema, pois mesmo com um Interceptação Xavien Howard não é CB para a NFL. No máximo ele serve para ser reserva e olhe lá. Byron Maxwell serve como CB#2, mas como principal não mete medo em ninguém. Nossos Safeties também estão deixando a desejar, onde só temos Reshad Jones, que assim como Pouncey, tem ficado mais fora do que dentro de campo. 

No futuro, a depender da temporada 2017, poderemos olhar para esta partida de hoje e pensarmos: foi ali que um time vencedor foi forjado, com sua primeira partida de post-season. Foi ali que Landry, Ajayi, Parker e cia conheceram o que é jogar em Janeiro. Poderemos também lembrar de que Landry conseguiu - sem ninguém se dar conta disso - passou das 100 jardas em 11 recepções. Que Cameron Wake finalmente jogou uma partida de post-season,

O time tem suas virtudes, mas hoje foram nossos defeitos que, ficaram bem evidentes, nos levaram a derrota. Tapar esses buracos e dar profundidade ao jovem elenco é a tarefa para a Free Agency/Draft. Porque a esperança é grande de que voltemos no ano que vem. De que possamos voltar a brigar de igual para igual com os outros times. De que, finalmente, tenhamos voltado a NFL.

E neste sentido, essa partida de hoje foi importante. O placar não foi importante. Mais importante foi quebrar uma barreira e adquirir experiência.

Wildcard: Dolphins at Steelers - Podemos vencer as batalhas nas Linhas?

A nossa DL precisa fazer isso várias vezes hoje

Todos os analistas dizem a mesma coisa: é nas trincheiras que se decidem as partidas. Quem ganhar o embate das linhas costuma sair vencedor. Acreditem não é apenas um mantra básico é uma realidade. Com supremacia nas linhas o time consegue ficar em campo e deixar o ataque rival fora. Assim a defesa do rival cansa mais rápido e os pontos aparecem no placar. Se você perder, acontece o contrário e a derrota fica iminente e só com um Quarterback fora do normal é que tudo pode ser revertido.

A nossa OL está entre as melhores da Liga, mas a do rival é melhor. Nssa DL é uma das melhores da Liga e a do Steelers está abaixo da nossa. Se isso prevalecer, iremos depender do quão dominante nossa DL conseguir ser contra a OL rival. E uma boa notícia é que nossa OL é melhor do que a DL rival, o que pode facilitar a vida de Jay Ajayi.

Por falar em Jay Ajayi, ele é a chave para vitória. Uma grande atuação dele é crucial para nós. E por grande atuação falo em passar das 100 jardas, porque não é todo dia que ele vai conseguir 200 jardas contra os Steelers. Mas é preciso usar o jogo de passe no começo da partida, porque se não fizermos isso a defesa de Pittsburgh conseguirá fechar os espaços e limitar os danos de nosso RB. Eu até acho que no começo, para testar o braço mesmo, um passe longo na direção de Stills seria o ideal. Se rolar, a defesa terá que se afastar da linha de scrimmage e Ajayi ganharia espaços para correr e ganhar mais jardas.

Por isso, olho no gameplan que Adam Gase montou para a partida. Se for usar apenas corridas e Ajay não estiver em um dia de Ricky Williams, tudo pode acabar antes de começar. Lembrando que até agora quem jogou em casa venceu. E de forma fácil, diga-se. Esperamos muito para voltar a post-season e agora que voltamos queremos sonhar com algo mais. Mas se for para perder ( uma real possibilidade ) que caiamos lutando e forçando os Steelers a suar para vencer. 

E isso começa nas Linhas. E temos como vencer estas batalhas. Se o fizermos, veremos muitas vezes cenas como a que ilustram este post...

sábado, 7 de janeiro de 2017

Wildcard: Dolphins at Steelers - Run Ajayi, Run!!!

Ah se essa cena se repetisse...
Amanhã no pote de mostarda ( vulgo Heinz Field ) iremos voltar a jogar na post-season após 8 dolorosos anos. Curiosamente as duas últimas partidas que jogamos em Janeiro foram contra time da AFC Norte, a mesma dos Steelers: o Baltimore Ravens. Só que em 2001 e em 2008 a partida foi em Miami e agora é fora de casa. E em partidas de Wild Card vencemos as 3 últimas que fizemos longe do Sul da Flórida. Isso serve de alento? Não sei se valerá algo, mas são as estatísticas.

Em campo, sendo bem realista, as chances passam pela atuação de Jay Ajayi e da Linha Ofensiva. Se o ataque ficar em campo, marcando pontos nem que seja via Field Goal e cansando a defesa dos Steelers teremos uma chance. Se a partida, por outro lado, virar um Tiroteio, podemos pensar em draft, porque não temos ataque para competir em um placar acima dos 30 pontos. É duro, mas é verdade. Se Ajayi conseguir passar das 100 jardas enquanto a partida estiver equilibrada poderemos sim vencer. Porque neste caso, a defesa dos Steelers terá que marcar perto da linha de scrimmage e abrindo espaços no fundo do campo e ai Matt Moore poderá soltar o "fogo na bomba" para Stills e cia.

Do lado defensivo vale a receita acima: a melhor saída é ela ficar fora de campo. Sem nosso melhores DBs em campo, como parar Brown, Bell e Big Ben ( o trio BBB do adversário )?? Só deixando eles fora, Não fosse pouco, ainda não teremos nossos LBs starters, fora Alonso, e ai o cenário é muito longe do ideal. Vencendo ou perdendo precisaremos reforçar o setor com pelo menos 2 jovens talentos. Pelo menos. Podemos ainda esperar que Suh e Wake possam derrubar Big Ben e tirá-lo da zona de conforto. Quem sabe né?

No mais é desfrutar a partida. Sei que para muitos que seguem os Dolphins essa será a primeira partida de post-season, para a imensa maioria a primeira com transmissão em português. É que em 2008 a ESPN não tinha os direitos da partida do sábado da AFC e assim ficamos apenas nas mãos da Internet. Agora não, vamos ver ao vivo e Full HD. E mesmo que venhamos a perder ( mesmo que por um blowout ) ninguém vai reclamar. Temos um time em cima do qual podemos melhorar e termos a confiança de voltar aos playoffs em 2017. 

E isso meus amigos, não tem preço. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Feliz 2017...

Se a lista era somente essa, está mais do que realizada...
Amigos eu garanto: não morri, nem fui sequestrado e nem abandonei o Blog. É que agora sou ?Secretário na minha amada Salgueiro ( Pernambuco ) e, claro, o tempo que já não era grande, ficou bem menor. Ainda escrevo preview das partidas para um site ( essa semana faço o nosso embate contra os Steelers em Pittsburgh ) e bom, aqui vai do jeito que der.

Nem vi direito a partida contra os Pats, mas pelo o que pude apurar parte daquele Miami sonolento deu as caras no Hard Rock Stadium. O que, acreditem, tem seu lado positivo: o time perdeu quando podia e mesmo que o placar tenha sido elástico, com um pouco mais de qualidade ( e vontade ) poderia ter sido bem mais apertado. Agora é passado e é hora de pensar em... eita, como é bom dizer que ainda vamos jogar depois de 16 partidas. 

Podemos vencer os Steelers? Sim, claro. Em tese, tirando Pats, Packers e Cowboys, todos os outros times contra os quais podemos enfrentar são vencíveis. Mas o que importará domingo contra o time do pote de mostarda é com que atitude iremos entrar em campo. Se iremos dar a vida em campo ou apenas adquirir mais um vexame em post-season. Lembrando que só jogamos 4 partidas na post-season nas últimas 17 temporadas e só vencemos uma única vez, em 2000. De lá para cá 3 derrotas e marcamos menos de 20 pontos somados nestas partidas. 

Uma atuação decente é o mínimo que eu quero. Vencer, claro, seria épico. Mas perder com dignidade também pode ser bom. Aguardemos e vejam só, não estou criticando ninguém em um post de Janeiro. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Week 17: Dolphins x Pats - Derrubando os Pats como no ano passado?

Pressão em Tom Brady é o caminho...
Ano passado vencemos uma partida que ninguém esperava no encerramento da temporada, desastrosa, de 2016. O Patriots, com receio de contundir jogador importantes, não atuou com toda a intensidade e perdeu no - ainda - Sun Life Stadium. E devem se arrepender muito disso, porque ficaram em segundo na classificação da AFC e tiveram que viajar até o Colorado para encarar Peyton Manning e os Broncos. Fosse em casa, talvez o Pats tivesse um quinto Lombardi em sua galeria. Ainda bem que fizemos isso em favor da NFL.

Agora a situação é quase a mesma para eles, com diferença de que a partida vale também para nós. Estamos classificados para a post-season e na posição ( Seed ) 6 dentro da AFC. Com uma vitória diante dos Pats podemos conseguir mais do que apenas atrapalhar o rival: se os Chiefs perderem seu jogo, nós subimos para a posição 5 e ao invés de encararmos os Steelers, iríamos pegar o Texans, o que me parece mais acessível. E se, mesmo com a derrota, o Pats ficar na posição 1, fugiríamos de ter que medir forças com eles no Divisional Playoffs.

Em todo caso, vencer é importante para ganhar respeito. E, claro, sempre é melhor vencer 11 do que 10. Ainda contra o time mais mau caráter da NFL...